quarta-feira, 8 de julho de 2009

De nós

Caneta, papel,

Tudo do mesmo granel,

Pessoas caem na madrugada despida,

Crescem crianças com vícios,

Padecem viciados,

Ficam Homens de hospícios.



Problemas metais rolam desde o berço,

Fatiga muita fatiga,

Seremos imaculados?

Serei alvo constante

Ou apenas criança repleta de preconceitos passados?

Poltronas de papel rodeiam esta podre sociedade,

Chuva fará as demais quedas.



Conferências de futilidades enchem casas,

Não há nada, ocos, vás!!



Somos todos loucos,

Todos burros,

Cruéis,

Eu quero ir para o céu dos cães!

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